Nas suas instalações britânicas em Macclesfield, a AstraZeneca produz três variantes de um dos seus principais comprimidos para o cancro da mama. A empresa aumentou o seu volume de produção devido ao aumento da procura a nível mundial. No entanto, a configuração existente das máquinas tornava impossível atingir o volume de produção ideal. A Fette Compacting prestou apoio na procura de uma solução e conseguiu mesmo superar os objetivos definidos.
A unidade de produção em Macclesfield, perto de Manchester, já utiliza prensas de comprimidos da Fette Compacting há mais de 20 anos. Devido às interações complexas entre os processos, as novas condições de produção representam um desafio mesmo para operadores experientes. O objetivo era aumentar as quantidades produzidas. Os tempos de ciclo de granulação e compressão já não estavam coordenados, uma vez que existia um estrangulamento na compressão. No caso dos comprimidos para o cancro da mama, verificava-se sempre um encravamento no processo de granulação e os contentores de granulação IBC não eram esvaziados com a rapidez necessária.
A combinação ideal
«Uma solução particularmente eficiente e elegante para aumentar a produção passa pela utilização de uma torre Pmax® em combinação com punções FS12® e a tecnologia de segmentos da Fette Compacting», acrescenta o Gestor de Contas Globais Martin Davies, responsável pela consultoria no local por parte da Fette Compacting. Os segmentos substituem as matrizes tradicionais e apresentam perfis de comprimidos que estão integrados diretamente nos segmentos. Isto permite a integração de um número significativamente maior de estações de compressão, mesmo que o tamanho do comprimido permaneça inalterado. Em combinação com um punção FS12®, este número passou de 36 para 66 estações na AstraZeneca.
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