O dispositivo de proteção contra os raios (PDC) possui um sistema de proteção duplo, isolamento estanque e proteção anti-faísca.
A armadura metálica externa, isolada, tem um potencial flutuante em relação ao veio ligado à terra, formando um condensador, quando o campo elétrico circundante é elevado.
Todos os componentes do para-raios são encapsulados em resina de poliuretano de alta densidade, resistente às condições atmosféricas.
Se o campo elétrico for superior a 50 kv/m, a armadura externa do para-raios PDC capta esta energia e liberta impulsos para a atmosfera sob a forma de um traçador ascendente. A velocidade média destas descargas ascendentes é de 1 µm/s e este processo é designado por breakthrough time. A captação do raio ocorre quando os impulsos do para-raios eletrónico se encontram com os traçadores descendentes da nuvem de tempestade, criando um caminho para que a descarga seja dirigida para a terra, criando o ponto de impacto preferencial.
O para-raios do Sensor é completamente estanque, dado o elevado grau de isolamento do sistema, pois resiste às condições climatéricas mais adversas, tais como chuva, gelo, vento, etc... O caminho da faísca atinge a velocidade máxima quando recebe uma descarga eléctrica e mantém o para-raios PDC parado quando não há risco de trovoadas.
O para-raios SENSOR dispõe de um relatório, segundo o método de ensaio, 'RP 58.01 da marca AENOR para para-raios com dispositivo de ignição' ensaio de 10 impulsos de corrente positiva e 10 impulsos de corrente negativa com uma onda de raio de 10/350 μs, amplitude de 100kA e energia específica com certificado segundo o protocolo normativo UNE 21.186 - 2011
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