Moinho de jato oposto em leito fluidizado para o fabrico de pós com uma distribuição granulométrica acentuada e um limite superior de granulometria bem definido na gama de < 5 µm a 200 µm.
Bicos de moagem dispostos à volta da periferia da câmara de moagem
Roda(s) classificadora(s) disposta(s) horizontalmente na secção superior do classificador
Moagem a frio e isenta de contaminação
Limpeza facilitada pela secção superior do classificador, removível e articulada para trás, e pela plataforma de inspeção no corpo do moinho
Princípio de funcionamento
Durante a expansão, a energia contida no gás comprimido, sob a forma de calor, é convertida em energia cinética. A velocidade do som constitui, inicialmente, um limite natural para a velocidade de saída. No entanto, através da utilização de bicos de Laval, a velocidade de saída pode ser aumentada para valores superiores à velocidade do som. Os bicos de Laval caracterizam-se pela sua forma de ampulheta, que se alarga a jusante do ponto de secção transversal mais estreito, a garganta do bico.
O comprimento da parte divergente do bocal é adaptado à pressão de funcionamento. O ar comprimido a 20 °C e com uma sobrepressão de 6 bar é frequentemente utilizado como gás de moagem, proporcionando velocidades de saída do bocal de cerca de 500 m/s. Devido à aspiração de gás e de produto a partir do leito fluidizado, a velocidade dos jatos de gás diminui extremamente rapidamente após a saída dos bicos. A cominuição resulta da colisão entre partículas nos jatos de ar e também na zona central, ou seja, no ponto onde os jatos opostos se cruzam.
---